Melhores raquetes de squash para intermediários em 2026
Saiu da raquete de entrada? Veja como balanço, padrão de cordas e rigidez mudam o seu jogo e quais raquetes de squash fazem sentido para o próximo passo.
Atualizado em 02/10/2026
Nesta página
- 1.Quando você deixa de ser iniciante no squash
- 2.Balanço: por que o intermediário deve sair da cabeça pesada
- 3.Padrão de cordas: 12x17, 14x18 ou 16x19
- 4.Rigidez: o que muda e por que quase ninguém publica
- 5.As melhores raquetes de squash para intermediários
- 6.Comparativo das raquetes para intermediários
- 7.Y-Tec Pro ou Tour-Tec Pro: teardrop ou cabeça clássica?
- 8.Quando ir para uma raquete mais leve e de controle
- 9.Aro fino: o que a Head Speed 120 SB muda
- 10.Uma palavra sobre a Dunlop FX 115
- 11.Como testar antes de trocar de raquete
- 12.Corda e tensão: o ajuste que o intermediário costuma esquecer
O jogador intermediário de squash já acerta o centro das cordas com frequência e já não precisa que a raquete gere potência por ele. O que ele precisa agora é de uma raquete que obedeça: balanço neutro ou leve na cabeça, padrão de cordas que segure a bola o suficiente para mirar e peso que não atrase os voleios. Nesta seleção das melhores raquetes de squash para intermediários, a Unsquashable Y-Tec Pro 125 é a escolha mais segura para a transição, e as outras cobrem quem quer mais velocidade, mais controle ou mais estabilidade.
Quando você deixa de ser iniciante no squash
Não existe prova formal, mas alguns sinais são claros:
- Você sustenta trocas longas de drive na paralela sem a bola sair para o meio da quadra.
- Você já usa o boast e a deixada de propósito, não por acidente.
- Você começa a voleiar no T em vez de deixar toda bola passar para o fundo.
- A raquete de cabeça pesada que ajudava no começo agora parece lenta nas bolas rápidas, e a bola sai longa nos toques curtos.
Se três desses itens descrevem o seu jogo, a raquete de entrada provavelmente está segurando a sua evolução. Se ainda não, o guia de raquetes de squash para iniciantes é o mais indicado.
Balanço: por que o intermediário deve sair da cabeça pesada
O balanço é o ponto, medido a partir do fundo do cabo, em que a raquete fica em equilíbrio. Numa raquete de cerca de 68,5 cm, algo em torno de 350 mm é praticamente o meio, ou seja, balanço neutro. A Tecnifibre publica os seus: 350 mm na Carboflex 125 e 355 mm na Carboflex 130, os dois neutros.
Para o iniciante, a massa na cabeça compensa um swing curto. Para o intermediário, ela começa a cobrar o preço:
- Voleio no T: a bola vem rápida e você tem um movimento curtíssimo. Cabeça pesada demora a chegar.
- Bola que volta da parede lateral: exige ajuste de punho de última hora. Quanto mais leve a cabeça, mais fácil corrigir.
- Deixada: o toque curto pede que a raquete pare quando você quer. Massa no topo tende a continuar o movimento e alongar a bola.
Balanço neutro mantém um pouco de embalo para o drive do fundo; balanço leve na cabeça (no cabo) prioriza reação. Se você joga mais na frente e no voleio, vá para o cabo. Se ainda passa boa parte do jogo defendendo atrás, o neutro é mais equilibrado.
Bom saber
Peso e balanço precisam ser lidos juntos. A Dunlop Sonic Core Ultimate 132 pesa 132 g com a cabeça leve, então a massa fica perto da mão. Já a Dunlop CX Team 132 tem o mesmo peso com o balanço na cabeça, o que costuma dar mais embalo e menos agilidade.
Padrão de cordas: 12x17, 14x18 ou 16x19
O padrão indica quantas cordas principais (verticais) e cruzadas (horizontais) a raquete tem. No squash, você encontra três grupos principais:
| Padrão | Exemplos do catálogo | Efeito na bola |
|---|---|---|
| 12x17 (aberto) | Head Speed e Extreme | Cordas mais espaçadas, mais rebote e mais "mordida" na bola; desgasta a corda mais rápido |
| 14x18 (padrão) | Carboflex, Slash, Unsquashable, FX 115 | Meio-termo entre saída de bola e controle; é o mais comum |
| 14x19 e 16x19 (fechado) | FX 128 Pro, CX 132, Sonic Core Ultimate 132 | Mais cordas tocando a bola, trajetória mais previsível, menos potência gratuita |
Para o intermediário, o 14x18 é o ponto de partida natural. O 16x19 faz sentido para quem já tem golpe solto e reclama que a bola "voa" nos toques. O 12x17 é para quem quer potência e efeito, e aceita trocar corda com mais frequência.
Algumas raquetes da Head usam o Adaptive Fan Pattern, que deixa escolher na hora de encordoar entre cordas retas (mais potência) e em leque (mais controle). É uma forma barata de testar os dois mundos com o mesmo quadro.
Rigidez: o que muda e por que quase ninguém publica
No tênis, a rigidez do quadro tem número oficial. No squash, quase nenhuma fabricante informa. O que você encontra são tecnologias que mexem na sensação: Infinergy da Dunlop no quadro, Innegra e Auxetic na Head, a malha Stabyl no coração da Tecnifibre Slash, Hy-Bor (carbono com boro) na Radical 2026.
O princípio geral é este:
- Quadro mais rígido devolve a energia mais rápido, então a bola sai com mais velocidade. Em compensação, transmite mais vibração ao braço e deixa menos tempo de bola na corda.
- Quadro mais flexível segura a bola um instante a mais. Você sente melhor o toque e ganha controle, mas precisa de mais swing para gerar a mesma velocidade.
Para o intermediário, isso pesa principalmente no conforto. Se você sente o cotovelo depois de jogos longos, prefira modelos que destacam amortecimento, como as linhas da Dunlop com Sonic Core, em vez de quadros muito secos.
As melhores raquetes de squash para intermediários
Melhores raquetes de squash para intermediários em 2026
- 1

- Peso
- 125 g
- Cabeça
- 77,5 pol²
- Cordas
- 14x18
Cabeça teardrop de 500 cm², 125 g e balanço leve na cabeça. Mantém a tolerância e a potência fácil de uma teardrop, mas já reage rápido no voleio. A marca usa a construção PowerCore, e a raquete sai de fábrica com corda Tour-Tec Pro 1.20 e grip PU.
- 2

- Peso
- 125 g
- Cabeça
- 77,5 pol²
- Cordas
- 14x18
Mesma base da Y-Tec Pro (125 g, 500 cm², leve na cabeça, 14x18), mas com cabeça clássica. O formato clássico costuma dar uma saída mais previsível que o teardrop, sem a área menor de uma cabeça de 470 cm². É o passo natural quando o drive começa a sair longo demais.
- 3

- Peso
- 115 g
- Cabeça
- 77,5 pol²
- Cordas
- 14x18
115 g sem corda, balanço extra leve na cabeça e cabeça de 500 cm². É para o intermediário que joga em ritmo alto e quer uma raquete bem leve sem abrir mão da área de 500 cm². Tem pouca massa contra bolas pesadas; não é para quem vive no fundo.
- 4

- Peso
- 120 g
- Cabeça
- 77,5 pol²
- Cordas
- 14x18
120 g, 500 cm², balanço neutro de 350 mm e topo sem bumper. É a Carboflex mais leve da geração V2, com a área máxima permitida pela regra. Vem encordoada com Dynamix VP.
- 5

- Peso
- 120 g
- Cabeça
- 77,5 pol²
- Cordas
- 12x17
120 g, balanço neutro, 500 cm² e aro Slimbody de 16 mm. Aro fino tende a passar melhor nas bolas grudadas na parede. O padrão adaptável permite encordoar reto (12x17) ou em leque (16x17).
- 6

- Peso
- 130 g
- Cabeça
- 77,5 pol²
- Cordas
- 14x18
Balanço neutro, 500 cm² e 14x18, com 130 g de peso dinâmico (medida da Unsquashable). Tem uma seção côncava em volta da área de batida, desenho que a marca usa para ampliar a área útil. Para quem quer mais massa sem cabeça pesada.
- 7

- Peso
- 132 g
- Cabeça
- 77,5 pol²
- Cordas
- 16x19
132 g, leve na cabeça e padrão denso 16x19, com espuma Infinergy no quadro. Para o intermediário que já tem swing solto e quer que a bola pare de voar nos toques. Geração anterior à linha CX, mas ainda com oferta.
- 8
Sem ofertas no momento- Peso
- 132 g
- Cabeça
- 77,5 pol²
- Cordas
- 16x19
Padrão 16x19 e 500 cm² como a CX 132, mas com o balanço na cabeça. O peso no topo dá embalo, o que ajuda a compensar o padrão mais fechado. Boa para quem está refinando a precisão e ainda joga muito no fundo.
Sem ofertas no momento - 9

- Peso
- 120 g
- Cabeça
- 75,5 pol²
- Cordas
- 14x18
120 g, balanço neutro, 487 cm² e cabeça híbrida em ponte com cordas principais alongadas. Uma ficha leve, pensada para trocas rápidas. A marca tem pouca presença em lojas brasileiras, então confira a oferta.
Comparativo das raquetes para intermediários
Na tabela, compare peso e balanço primeiro, depois o padrão de cordas. São as três colunas que mais mudam a sensação para quem já tem técnica.
Y-Tec Pro, Tour-Tec Pro, FX 115, Carboflex 120, Speed 120 SB e Ultimate 132
6 raquetes: arraste para o lado para ver todas1–2 de 6 →
Destacado: o que muda entre as raquetes. Em negrito: o melhor valor da linha.
Y-Tec Pro ou Tour-Tec Pro: teardrop ou cabeça clássica?
As duas Unsquashable no topo desta lista mostram bem a decisão que o intermediário enfrenta. Elas têm o mesmo peso, a mesma área, o mesmo balanço e o mesmo padrão. A diferença é o formato da cabeça.
- Y-Tec Pro 125 (teardrop): a cabeça afina em direção ao cabo e as cordas principais ficam mais longas. Mais rebote, ponto doce mais alongado, potência com pouco esforço.
- Tour-Tec Pro 125 (clássica): a cabeça é mais arredondada e a área fica distribuída mais para cima. A bola sai com menos efeito trampolim e mais previsibilidade.
Se você ainda depende da raquete para ganhar profundidade, fique na Y-Tec. Se a bola já sai forte e o problema é a precisão, a Tour-Tec. O guia cabeça aberta ou fechada aprofunda essa escolha com mais exemplos.
Pontos fortes
- + Teardrop de 500 cm², o máximo da regra
- + Cordas principais longas do formato teardrop
- + Balanço leve na cabeça
- + Corda Tour-Tec Pro 1.20 e grip PU de fábrica
Pontos de atenção
- − Formato teardrop costuma ser menos previsível que a cabeça clássica
- − Peso informado como dinâmico, difícil de comparar com outras marcas
Quando ir para uma raquete mais leve e de controle
A tentação do intermediário é comprar logo a raquete de controle dos profissionais. Às vezes é o passo certo, às vezes atrapalha. Use estes critérios:
Vá para uma raquete mais leve (115 a 120 g) quando:
- Você chega atrasado nos voleios, mas não nas bolas de fundo.
- O braço cansa no terceiro game e o golpe começa a ficar curto.
- Você joga em ritmo alto, com muitas trocas no T.
Vá para uma raquete de controle (cabeça menor ou padrão fechado) quando:
- Seus drives já chegam ao fundo com facilidade e às vezes passam da conta.
- As deixadas saem altas ou longas, mesmo com boa técnica.
- Você acerta o centro com consistência. Uma cabeça de 470 cm² pune quem não acerta.
Ainda não é hora se:
- Você ganha a maior parte dos pontos pelo erro do adversário, não pela sua colocação.
- Você ainda depende de uma bola alta e forte para sair do aperto no fundo.
Quando você estiver pronto, a Dunlop CX 125 e a Head Radical 135 SB, que aparecem no ranking das melhores raquetes de squash de 2026, são o destino natural.
Aro fino: o que a Head Speed 120 SB muda
A espessura do aro é outra característica que só começa a importar no nível intermediário. A Speed 120 SB tem aro Slimbody de 16 mm, contra 20 mm da Speed 120 normal. Duas consequências práticas:
- Bolas coladas na parede lateral: com aro fino, as cordas chegam à bola antes de o quadro raspar na parede. Quem joga drives na paralela com frequência sente a diferença.
- Aerodinâmica: menos área frontal corta melhor o ar, e a raquete parece um pouco mais rápida no swing.
O preço é a potência bruta: aro fino flexiona mais e devolve menos energia que um aro grosso. Por isso a Speed 120 SB é uma raquete para quem já gera velocidade com a técnica, não para quem depende do quadro.
Uma palavra sobre a Dunlop FX 115
A FX 115 é a raquete mais leve desta lista, com 115 g, e tem uma combinação que parece contraditória: cabeça extra leve e cabeça grande de 500 cm². Na teoria, isso junta a agilidade do peso baixo com a tolerância de uma cabeça grande. O Sonic Core Infinergy nas posições de 2 e 10 horas e a resina Flex Touch são as apostas da Dunlop para o conforto.
A limitação é a física: com pouca massa, bolas pesadas do adversário empurram a raquete. Se o seu adversário bate forte e você joga muito do fundo, 125 g são mais seguros. E vale saber que a geração 2024 já foi substituída, o que costuma deixar a oferta dela mais vantajosa enquanto houver estoque. Para ver toda a linha, use o comparador da Dunlop.
Como testar antes de trocar de raquete
Uma raquete nova muda a sensação nos primeiros jogos, e é fácil confundir novidade com melhoria. Antes de decidir:
- Jogue pelo menos algumas sessões completas. A primeira impressão costuma exagerar a leveza ou a potência.
- Teste as situações que mais te incomodam. Se o problema é o voleio no T, faça um treino só de voleio. Se é a deixada, treine deixadas.
- Observe o cansaço no fim. Uma raquete pesada demais aparece no terceiro game, não no aquecimento.
- Compare com a mesma corda. Uma raquete encordoada com corda nova sempre parece melhor que a sua com corda velha.
Corda e tensão: o ajuste que o intermediário costuma esquecer
Antes de trocar de raquete, vale testar outra corda. Duas regras simples:
- Corda mais fina (perto de 1,10 a 1,15 mm) agarra mais a bola e dá mais sensação, mas dura menos. Corda mais grossa (1,25 a 1,30 mm) dura mais e é um pouco menos viva.
- Tensão mais baixa deixa as cordas mais elásticas e aumenta a saída de bola; tensão mais alta firma o leito de cordas e favorece o controle.
Se a sua raquete atual já tem o peso e o balanço certos, mas a bola sai longa demais, subir um pouco a tensão pode resolver antes de você gastar com outro quadro. Os detalhes estão no guia como escolher raquete de squash.
Para cruzar as opções com o seu perfil, o encontre sua raquete filtra o catálogo de squash por nível e estilo, e o comparador de squash coloca as fichas lado a lado.
Qual a melhor raquete de squash para jogador intermediário?
Uma raquete de 120 a 130 g, com balanço neutro ou leve na cabeça e cabeça perto de 500 cm². A Unsquashable Y-Tec Pro 125 é a escolha mais segura para quem está saindo da raquete de entrada. Quem quer mais controle pode ir para a Tour-Tec Pro 125; quem quer a raquete mais leve, para a Dunlop FX 115, com 115 g.
Raquete de squash com balanço na cabeça ou no cabo?
No cabo (ou neutro) para quem joga muito no voleio e na frente da quadra, porque a raquete reage mais rápido. Na cabeça para quem ainda precisa de ajuda para gerar profundidade, porque a massa no topo carrega a bola. Intermediários costumam se dar melhor com balanço neutro.
Qual a diferença entre os padrões de corda 14x18 e 16x19?
O 16x19 tem mais cordas, mais próximas umas das outras. A bola sai com trajetória mais previsível e menos rebote, o que favorece o controle. O 14x18 é mais aberto: dá mais saída de bola e mais mordida, com um pouco menos de precisão. É o padrão mais comum no squash.
Quando trocar para uma raquete de squash mais leve?
Quando você chega atrasado nos voleios, o braço cansa no fim dos jogos ou você joga em ritmo muito rápido. Faixas de 115 a 120 g ajudam nesses casos. Se você joga muito do fundo contra adversários fortes, uma raquete muito leve pode perder estabilidade.
Raquete de controle é melhor para intermediário?
Só quando a potência já não é o problema. Raquetes de controle têm cabeça menor ou padrão fechado e pedem que você acerte o centro e gere velocidade com o próprio swing. Se você ainda depende da raquete para levar a bola ao fundo, uma de controle vai deixar seu jogo mais curto.
Onde comprar as raquetes deste guia
Y-Tec Pro 125 Unsquashable125 g · 77,5 pol² · 14x18R$ 940,50no Pix · Squash StoreR$ 940,50Ver na loja ↗
Tour-Tec Pro 125 Unsquashable125 g · 77,5 pol² · 14x18R$ 940,50no Pix · Squash StoreR$ 940,50Ver na loja ↗
Diego Gobbi Hero 2024 Unsquashable130 g · 77,5 pol² · 14x18R$ 1.092,40no Pix · Squash StoreR$ 1.092,40Ver na loja ↗
FX 115 2024 Dunlop115 g · 77,5 pol² · 14x18R$ 1.320,50no Pix · Squash StoreR$ 1.320,50Ver na loja ↗
Sonic Core Ultimate 132 Dunlop132 g · 77,5 pol² · 16x19R$ 1.320,50no Pix · Squash StoreR$ 1.320,50Ver na loja ↗
Carboflex 120 X-Top V2 Tecnifibre120 g · 77,5 pol² · 14x18R$ 1.329,90no Pix · Squash StoreR$ 1.329,90Ver na loja ↗
Speed 120 SB 2025 HEAD120 g · 77,5 pol² · 12x17Ver preçoHead Brasil
Quicksilver Echo 2025 Black Knight120 g · 75,5 pol² · 14x18Ver preçoAmazon
Os preços acima são conferidos automaticamente nas lojas e podem ter mudado desde a última conferência. O valor que vale é o que aparece no site da loja na hora da compra.




